Formações geométrica , desenhos ets , muito estranho e curioso.


Formações geométricas em formas de pista

Um colibri
Nazca é uma pequena cidade de 30.000 habitantes, a cerca de 450 km ao sul de Lima, conhecida no mundo pelas famosas “Linhas de Nazca”, que forma uma série de desenhos gigantescos (geóglifos) que são vistos somente de um pequeno avião que faz um vôo sobre as linhas no deserto do Peru. A área onde se encontram os desenhos é conhecida pelo nome de Pampa Colorada. Tem 15 milhas de largura e corre ao longo de 37 milhas paralela aos Andes e ao mar.
Pedras (e não areia) constitui a superfície do deserto, o qual estende-se por mais de 1.400 milhas ao longo do Oceano Pacifico. Os desenhos foram feitos simplesmente arredando as pedras para o lado expondo o solo mais branco da região. As pedras vermelho escuras e o solo foram limpas, expondo o subsolo mais claro, criando as “linhas”.
O solo daquela região, um dos mais secos e desérticos do mundo, é de cor marrom, mas sob esta primeira camada esconde-se outra de cor amarelada, assim ao caminhar por ali provoca uma estranha e duradoura pegada que não deixa de ser misteriosamente inquietante.
O solo branco, coberto de pedras
Do ar, as “linhas” incluem não só linhas e formas geométricas, mas também representações de animais e plantas estilizadas. Algumas, incluindo imagens de humanos, estendem-se pelas colinas nos limites do deserto. Neste “pavimento” assim criado neste ambiente seco e sem chuvas, a erosão é praticamente nula – permitindo assim a notável preservação dos desenhos.
Como as pirâmides, as estátuas de gigantes e outra arte monumental, a arte Nazca fala de permanência. Envolver toda uma comunidade durante séculos indica o supremo significado do local. A sua criação demorou centenas de anos e exigiu um grande número de pessoas trabalhando no projeto.
São classificados em cinco tipos de marcação: linhas retas, figuras geométricas, desenhos de animais e vegetais, montes de pedras de vários tipos e figuras nas encostas íngrimes das colinas.
Algumas das linhas mais extensas e definidas podem ser vistas até em fotos de satélites (algumas pessoas as identificaram usando o programa Google Earth). Mas o significado das grandes figuras de animais continua obscuro.
Algumas linhas têm 15 cm de largura e outras, centenas de metros. O desenho de um “lagarto”, por exemplo, atinge 180 m de extensão, o “condor” tem a envergadura das asas com 130 m , o “macaco” é uma figura de 90 m e por aí afora. Os desenhos guardam dois enigmas. O primeiro é: como foram parar lá. O segundo: que serventia teria ao homem num tempo em que não se pensava em voar…

O ET (figura hominídea)

A Aranha

O Cachorro

O Macaco
Eles começaram a ser estudados por Paul Kosok que posteriormente passou as pesquisas à sua amiga Maria Reiche, uma famosa matemática alemã, falecida em 1998 com 95 anos de idade residiu longo tempo em Nazca, tornando-se a pesquisadora que mais estudou tais linhas. Maria Reiche considerava que elas foram feitas pelas culturas Paracas e Nazca durante o período de 800 aC e 600 dC. Ela descobriu novas figuras que eram semelhantes a figuras de vasos e tecidos, e também tentou explicar o motivo da criação das figuras não chegando a uma conclusão objetiva. Ela acreditava que se tratava de um calendário com propósito agrícola.
Existe muitas outras teorias, dentre os quais a de Erich von Daniken que as relaciona com os extras terrestres, uma idéia proposta inicialmente por James W. Moseley em Outubro de 1955 na revista Fate e tornada popular nos anos sessenta por Louis Pauwels e Jacques Bergier em O Despertar dos Mágicos.
O curioso é que, de tão extensas que são as figuras, elas não são perceptíveis do solo, mas apenas por vistas aéreas, dando margens a cogitação das razões pelas quais foram feitas e dos efeitos que puderam causar, já que aquela civilização não possuía aeroplanos. Contudo, os índios Nazca poderiam saber produzir balões pois há um vaso, agora no museu de Lima, com uma gravura de um balão, e em 1975, um grupo da International Explorers Society conseguiu construir o Condor I, baseado no desenho impresso no vaso guardado no museu e usando tecnologias encontradas na época e local da sociedade indígena.
Estas misteriosas linhas estendem-se num perímetro de 50 quilômetros de comprimento por 15 quilômetros de largura cruzando as cidade de Palpa, Ingeni, Nasca e Socos, precisamente entre os quilômetros 419 e 465 da Rodovia Panamericana.

As linhas em uma visão panorâmica
As linhas podem ser vistas com maior precisão a partir de um vôo de um pequeno avião (3 passageiros por vez), a partir do aeroporto de Nazca. No vôo de 30 minutos o piloto mostra os 13 desenhos gigantes, tanto para os passageiros da direita como da esquerda.
Aos figuras mais imponentes: o macaco (com 90 metros), a aranha, o condor, uma figura humana (batizada de “o astronauta”) e o caracol. Entre os desenhos dos animais que se percebem em Nasca surpreendem: uma baleia, um cachorro com patas e cauda longas, duas lhamas, diversas aves como uma garça, um pelicano, uma gaivota, um colibri e um papagaio. Na categoria dos répteis, um lagarto, que foi cortado na construção da Panamericana, uma iguana e uma serpente.

As representações, como numerada acima, é:
1. Baleia
2. Asa
3. Condor bebê
4. pássaro
5. animal
6. espiral
7. lagarto
8. árvore
9. mãos
10. Espiral
11. Aranha
12. Flor
13. Cachorro
14. Astronauta
15. Triângulo
16. Baleia
17. Trapazoide
18. Estrela
19. Pelicano
20. Pássaro
21. Trapazoide
22. Beija-flor
23. Trapezóide
24. Macaco
25. Lhama
26. Trapezóides
fonte:lumini
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É incrível imaginar que pessoas com tão poucos recursos pudessem produzir tais imagens! É intrigante e misterioso…faz a imaginação voar…mas sabemos que é absolutamente possível, considerando que povos muito mais antigos já dominavam a matemática. Estas imagens são tão intrigantes quanto as esculturas da Ilha de Rapa-nui (Ilha de Páscoa).
Liégi Jordão
Brasil – RS